segunda-feira, 28 de março de 2016


Importante saber....

 

Fenótipo: O termo “fenótipo” (do grego pheno, evidente, brilhante, e typos, característico) é empregado para designar as características apresentadas por um indivíduo, sejam elas morfológicas, fisiológicas e comportamentais.

Genótipo: O termo “genótipo” (do grego genos, originar, provir, e typos, característica) refere-se à constituição genética do indivíduo, ou seja, aos genes que ele possui.

Homozigoto: Um indivíduo é chamado de homozigoto, ou puro, quando os alelos que codificam uma determinada característica são iguais. Ou seja, os alelos são iguais e ele vai produzir apenas um tipo de gameta.

Por exemplo: cor da semente de ervilhas: VV (amarela) ou vv (verde)

 
Heterozigoto: é o indivíduo que possui os dois alelos diferentes para determinar uma característica. São também chamados de híbridos. Todos os indivíduos da geração F1 de Mendel eram heterozigotos Vv, que codificava a característica de semente amarela.

Ex: cor da semente de ervilhas: Vv (amarela).

Característica Dominante: Trata-se da característica que a maior parte da população possui, ou seja, é uma característica que domina em relação as outras. Representada por letra Maiúscula.

Característica recessiva: Trata-se da característica que somente uma pequena parte da população possui, ou seja, é uma característica que não domina. Representada por letra Minúscula.

 Autopolinização: Autopolinização ou polinização direta,é a transferência do pólen da antera para o estigma da mesma flor (caso que só ocorre quando a planta é hermafrodita). É pouco frequente, ocorre na ervilha, no fumo, no algodão e em muitos cereais, exceção do milho e centeio.

 


 
01. Quais características as ervilhas possuem que permitiram a Mendel explorar esta planta em seus experimentos de genética? Marque V ou F.

a) (       ) Cresce rapidamente

b) (      ) possui complexidade para cultivo

c) (       ) As características são visíveis em microscópio.

d) (      ) é capaz de se autopolinizar

e) (       ) produz poucas sementes

 
02. O que é autopolinização?

03. O que é geração parental?  Explique o que Mendel chamou de geração F¹ e F².

04. Em qual geração as características recessivas aparecem após cruzamentos de linhagens puras?

05. Por que na primeira geração as características dominantes prevaleceram?

06. A 1º lei de Mendel enuncia que : “Cada característica é determinada por dois fatores que se separam na formação dos gametas, onde ocorrem em dose simples.”  O que seria os dois fatores? Explique esta frase com suas palavras.

07. Faça em seu caderno os cruzamentos com as ervilhas conforme pede-se abaixo e determine a proporção genotípica e fenotípica.

a) Sementes de cores amarelas heterozigotas (Vv) x sementes de cores verdes (vv)

b) Flores de cores brancas (bb) x flores púrpuras homozigotas(BB)

c) Sementes de forma lisa homozigotas (RR)  x lisa heterozigotas(Rr)

d) Sementes de cores amarelas heterozigotas (Vv) x Sementes de cores amarelas heterozigotas(Vv).

e) Plantas baixas (bb) x plantas baixas (bb)

f) Flores púrpuras heterozigotas (Bb) x flores brancas (bb).

g) Ambas as vagens de cor verde heterozigota (Aa).

h) Ambas as sementes amarelas homozigotas (VV).

 

 

Mosquitos já transmitem 37 vírus no Brasil

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  • EFE/Jeffrey Arguedas
    30.janeiro.2016 - Mosquito Aedes Aegypti na Costa Rica; zika vírus, mosquito
  • 30.janeiro.2016 - Mosquito Aedes Aegypti na Costa Rica; zika vírus, mosquito
Após o vírus da zika surpreender com sua rápida disseminação e possível associação com a microcefalia, especialistas brasileiros alertam para os riscos de outras doenças virais transmitidas por mosquitos, as chamadas arboviroses.
Nas últimas três décadas, mais que dobrou o número de arbovírus catalogados no Brasil. Segundo registros do Instituto Evandro Chagas, órgão referência em medicina tropical e vinculado ao Ministério da Saúde, já circulam no território nacional 210 arbovírus, ante 95 na década de 1980. Pelo menos 37 são capazes de provocar doenças em humanos e três deles chamam a atenção por já terem causado pequenos surtos em áreas urbanas.
Uma delas é a febre do Mayaro, doença com sintomas parecidos com os da chikungunya e transmitida por mosquitos do gênero Haemagogus, mesmo vetor da febre amarela silvestre. A arbovirose já foi registrada em vários Estados do Norte e Centro-Oeste. Os mais recentes dados epidemiológicos disponíveis no site do Ministério da Saúde mostram que, entre dezembro de 2014 e junho de 2015, foram 197 notificações distribuídas por nove Estados brasileiros. Não há registros de mortes provocadas pela doença, mas, assim como na chikungunya, os infectados podem permanecer com dores articulares por semanas ou meses.
Caracterizada por quadros febris altos e dores intensas de cabeça, a febre do Oropouche é outra arbovirose que já causa surtos localizados, sobretudo em Estados da região amazônica, até mesmo em bairros de capitais como Manaus e Belém. Transmitida por um mosquito conhecido como maruim, do gênero Culicoides, a doença já foi notificada nas últimas décadas em todas as regiões brasileiras, com exceção do Sul, e também não costuma levar à morte.
Há ainda a encefalite de Saint Louis, doença transmitida principalmente por mosquitos silvestres do gênero Culex - o mesmo do pernilongo comum -, que pode causar comprometimento neurológico e já foi responsável por um surto em São José do Rio Preto, no interior paulista, em 2006.
De acordo com o virologista Pedro Fernando da Costa Vasconcelos, diretor do Instituto Evandro Chagas e pesquisador participante do grupo que catalogou boa parte dos arbovírus no País, embora essas três doenças sejam transmitidas principalmente por insetos silvestres de diferentes gêneros, há experimentos científicos que já indicam que mosquitos Aedes também teriam capacidade de transmiti-las.
"No caso da febre do Oropouche, por exemplo, o Aedes nunca foi encontrado infectado na natureza, mas um estudo experimental em laboratório mostrou que ele pode ser vetor dessa doença e que seria um bom transmissor", afirma o especialista.
Segundo Vasconcelos, o fato de os três vírus estarem presentes no Brasil há mais de 60 anos - eles foram isolados entre as décadas de 1950 e 1960 - sem terem causado epidemias de alcance nacional não permite dizer que nunca farão estragos. "Eu não quero ser pessimista, mas o zika passou 60 anos no mundo sem causar nenhum problema e vimos o que aconteceu (foi descoberto em 1947 na África). Não dá para dizer que esses três vírus não provocarão nenhum problema por já estarem no Brasil. Pode ser que nunca causem, mas é bom não duvidar", diz o diretor do Instituto Evandro Chagas, que cobra mais pesquisas na área.
"Dos 210 arbovírus catalogados no Brasil, há esses 37 que já comprovamos que causam doença em humanos, mas, do restante, a maioria a gente desconhece completamente", diz.